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 Helicópteros MB: Aviação Naval Brasileira, Seahawk MH 16 e Cougar/ EC725 Super Cougar

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Marcus Silva

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MensagemAssunto: Helicópteros MB: Aviação Naval Brasileira, Seahawk MH 16 e Cougar/ EC725 Super Cougar   Qua Mar 27, 2013 10:39 pm





Fotos divulgadas pelo 1° Esquadrão de
Helicópteros Antissubmarino (HS-1) mostrando o helicóptero Seahawk MH-16 3035 com as cores da Aviação Naval Brasileira. A matrícula americana que aparece em amarelo será em breve apagada quando a aeronave vier para o Brasil.







**Fonte:

http://www.naval.com.br/blog/#axzz1veIvv6ip

Texto por Alexandre Galante
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MensagemAssunto: Re: Helicópteros MB: Aviação Naval Brasileira, Seahawk MH 16 e Cougar/ EC725 Super Cougar   Qua Mar 27, 2013 10:40 pm

Esses helicópteros vem para o Brasil compor a força ASW e ASuW do Nae "São Paulo" e farão parte do Esquadrão HS-1, 1º ESQUADRÃO DE HELICÓPTEROS ANTI-SUBMARINO, baseado na Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia, hoje composta por algumas unidades de helicópteros SH-3 Seaking e que serão substituídos conforme os Seahawks forem chegando ao Brasil.
Grande abraço: Marcus Silva





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MensagemAssunto: Re: Helicópteros MB: Aviação Naval Brasileira, Seahawk MH 16 e Cougar/ EC725 Super Cougar   Qua Mar 27, 2013 10:42 pm

Aqui um link para um walkaround de um MH-60R:

http://www.4shared.com/zip/MmL..._Seahawk_Walk_A.html

o arquivo tem cerca de 180mb.



Esses desenhos adiante tbm podem ajudar com aspectos da aeronave:






Abs: Marcus Silva
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MensagemAssunto: Re: Helicópteros MB: Aviação Naval Brasileira, Seahawk MH 16 e Cougar/ EC725 Super Cougar   Qua Mar 27, 2013 10:45 pm

São 6 unidades a incorporar na MB:

A previsão de recebimento das aeronaves pela MB é a seguinte:


FEV/2012 – 02 unidades;
MAI/2012 – 02 unidades; e
1ºSEM2014 – 02 unidades.


Alguns rumores, que podem ser boatos, cogitam que viriam mais 6 Seahawks em um segundo lote.

Essas 6 unidades já adquiridas vem para suprir a força de ASW e ASuW no Nae "São Paulo", e os escoltas continuam operando os SuperLynx ou Esquilo. Pior disso tudo é ver o Esquadrão HA-1 ( Superlynx ) com apenas 4 unidades em operação, canibalizando peças entre si para fazerem algumas poucas voarem, quando no inventário original constam 12 unidades ( contei até o ano de 2008 )......

Então acho que só o tempo dirá, se haverão mais Seahawks adquiridos. O incremento de quantidade de Seahawks poderia se dar tbm se a MB resolvesse dotar o HA-1 com aeronaves desse tipo, substituindo os SuperLynx, já que os Seahawk tem essa característica de dinamismo de missões, eles são multiemprego.

O mundo está vivendo um momento de contenções, só os EUA não travam crescimento, eles continuam lançando navios ao mar....... Um exemplo terrível eu ví sobre a Espanha, que pretende dar baixa no porta-aviões "Príncipe de Asturias", por motivos de contenção de despesas...........

Marcus Silva
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MensagemAssunto: Re: Helicópteros MB: Aviação Naval Brasileira, Seahawk MH 16 e Cougar/ EC725 Super Cougar   Qua Mar 27, 2013 10:46 pm

Algumas informações sobre o MH-16:

1) Os dois primeiros MH-16 virão para o Brasil em um C-17 e devem chegar em 2012 ainda, assim como o lote seguinte de 2 .............

2) O time de recebimento já está encerrando seus trabalhos em Elmira, NY e a partir de Mar/12 o foco se muda para a Base Aeronaval de Patuxent perto de Washington DC onde os pilotos da MB aprenderão como se emprega o MH-16 em ação.

3) Tres novos hangares devem ser construídos na Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia: Um para os MH-16 (o atual do HS-1 passa para a unidade de manutenção da base). Outro para os Tracker e um terceiro para os EC-725. Alguns destes ficarão do lado oposto da pista em relação aos hangares atuais.

4) O sensor de busca ASW nos MH-16 da MB será um sonar, não vão usar sonobóias.
Para missões ASuW, o MH-16 vai utilizar o radar APS 143(V) C3 e mísseis AGM 119B Penguin MK2 MOD7 e para as missões ASW, o sonar DS 100 HELRAS , torpedos MK.46 e cargas de profundidade.

5) Uma conclusão, é que com a baixa dos Sea King do Esquadrão HS-1 o míssil Exocet AM-39 deixa de ser utilizado pela MB.
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MensagemAssunto: Re: Helicópteros MB: Aviação Naval Brasileira, Seahawk MH 16 e Cougar/ EC725 Super Cougar   Qua Mar 27, 2013 10:50 pm

O entrelaçamento entre assunto de navios e aviação embarcada requer que alguns kits, no que tange a um helicóptero novo, recebam indicação: que kit de helicóptero escala 1/72 ou 1/48 da família SeaHawk mais se asssemelha ao que já vemos nas fotos que postei do MH-16 mesmo que vá exigir adição/subtração de alguns detalhes em scratch?
Diz-se que o MH-16 se assemelha em muito ao americano MH-60R da US Navy.

Abs: Marcus Silva

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MensagemAssunto: Re: Helicópteros MB: Aviação Naval Brasileira, Seahawk MH 16 e Cougar/ EC725 Super Cougar   Qua Mar 27, 2013 10:52 pm

E para "armar" um modelo do helicóptero MH-16 com os mísseis Penguin, acredito que estes só saiam em scratch.

Vejam foto do Missil Kongsberg AGM-119B MK2 MOD7 Penguin:





Muito embora não seja uma novidade a repaginação de um vetor criado nos anos 1970s, mas a versão de um dos primeiros misseis dispare-e-esqueça (Fire and Forget), o Míssil Penguin AGM-119B MK2 MOD7 (já existe o MK3, inicialmente proposto para as Real Força Aárea da Noruega, homologado para os F-16 de lá), apresentado pela Kongsberg chamou a atenção, pelo seu tamanho e imponência, de todos que transitavam pela LAAD.

O grande mérito desta versão, foco da apresentação da Kongsberg, é seu sistema de teleguiagem, na qual o operador não tem que se preocupar em que direção apontar o vetor.

O Penguin é um míssil de cruzeiro anti-superfície no real estado-da-arte, que combina precisão de orientação por inércia com uma alta resolução de imagem do buscador “pseudo-infravermelho” (IR) com a geometria original da busca.

Segundo a Kongsberg, seu radar de baixa seção transversal não exige qualquer orientação em voo a partir da plataforma de lançamento, pois o buscador irá localizar de forma autônoma, verificar e travar no alvo.

Possuindo um arco de disparo de 360º completo, o vetor aéreo que o transportar poderá atacar alvos em qualquer direção sem ter que mudar o seu curso, não havendo restrições às mudanças inseridas na trajetória do míssil após disparado. Todos os dados necessários para alcançar um resultado exitoso, como a posição do alvo, o perfil ideal de voo e opção do buscador são introduzidos no míssil antes do lançamento e em vez de se preocupar com a posição do alvo, o disparador poderá lançá-lo de uma única plataforma apontada para qualquer direção.

A tática é aproveitar a dúvida gerada no inimigo se o Míssil em modo passivo está ou não operando na área, o que iria obrigá-lo a utilizar seu próprio Radar para evitar o ataque e ao fazê-lo, entregaria sua posição ao Penguin.

Quanto ao leque de opções de vetores aéreos, o sistema de mísseis AGM-119B Penguin é totalmente qualificado para o SH-60B LAMPS MKIII, o SH-2G Super Seasprite e os helicópteros série S-70 Seahawk, também, segundo o fabricante podendo ser facilmente integrado na MH-60R. A Marinha do Brasil adquiriu quatro helicópteros S-70B Sea Hawk equipados com o míssil Penguin. Estes helicópteros substituirão os atuais embarcados AgustaWestland Lynx. As entregas dessas aeronaves deverão ocorrer em 2012

Em relação às formas de disparo, a Kongsberg ressalta que as facilidades do modelo MKII estão em sua capacidade de disparo em ângulo aberto total de 360º todo-o-tempo; o fato de poder ser disparado de altitudes que não permitam sua detecção; apesar de seu tamanho, ainda estaria fora da faixa de tamanho que as contra-medidas das fragatas estariam aptas a combater; modo de disparo manual aponta-e-atira, ou conforme o fabricante “modo John Wayne”; poder utilizar suas próprias informações ou as do alvo; opção por salva (visando saturar a capacidade defensiva inimiga) ou tiro simples; tempo de reação instantânea sem pequenos atrasos; e nenhuma restrição de mudança após disparo.

No que diz respeito ao voo de meio curso, o Penguin possui formação de trajetória e definições do perfil de voo flexíveis; capacidade objetiva de ataques inesperados por pontos direcionadores fixos e flexíveis; preparado para suportar as condições do ambiente, vibração, temperatura e impacto, sem nenhuma degradação de sua capacidade; modo de lançamento por plotagem inserção de informação adquirida da localização do alvo; e compensação dos efeitos do vento.

Quanto às características do buscador, temos um sistema de busca sofisticado com sensor IR totalmente passivo capaz de pesquisa autônoma, validação de alvo, aquisição e travamento; além disto o IR é capaz de diferenciar um alvo verdadeiro de um chamariz; é completamente imune a interferências eletrônicas; avançado recurso Electro Óptico de contra contra-medidas que ignora todos os chamarizes ao IR; e são adaptáveis a diferentes condições climáticas.

O MKII possui alto G em capacidade de manobras evasivas com ponto de impacto no alvo próximo a linha d'água, atingindo o alvo em trajetória descendente com mecanismo de ação retardada para detonar no interior do casco do navio, abaixo da linha d'água, procurando infringir dano máximo ao inimigo. Classificado como munição resistente (IM), possui ogiva com proteção semi penetrante, atendendo aos requisitos para este tipo de munição para os navios de superfície.

Para treinamento é oferecida a versão DATM, um míssil falso, cuja função é familiarizar os pilotos a voarem com pesos externos exatamente com as mesmas dimensões e peso de um míssil real, além de treinarem disparos, porém sem os riscos de se transportar um.







Especificações do Míssil
Designação AGM-119B Penguin MK2 MOD7
Comprimento Total 3m
Diâmetro 0,28m
Envergadura
· Asas dobradas 0,76m
· Asas Abertas 1,40m
Peso de Lançamento 392Kg
Peso da Ogiva 123Kg
Guiagem
· Meio Curso INS
· Terminal Guiagem IR Passivo
Velocidade de Cruzeiro Alto subsônico
Alcance Operacional 33,3km +
Método de Lançamento queda



Caso o MKIII se mostre tão superior quanto algumas fontes informam (10Km a mais de alcance, mas rápido e com melhor sistema de guiagem), e seja também oferecido à venda externa, fica a questão se a linha de montagem do sucessor não irá interromper a do anterior, prejudicando o envio de suprimentos para as forças que os adquirirem.

O Penguin já é operado pelas Forças Armadas da Noruega, Turquia, Grécia, Suécia, Estados Unidos, Espanha, África do Sul e Brasil (*).


Texto por Wayne dos Santos Lima
Especialista em Assuntos de Segurança e Defesa
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MensagemAssunto: Re: Helicópteros MB: Aviação Naval Brasileira, Seahawk MH 16 e Cougar/ EC725 Super Cougar   Qua Mar 27, 2013 11:34 pm

Eu não quis alterar o texto do colega Waine, mas faço uma correção, à parte, e destaco parte do texto:

""A Marinha do Brasil adquiriu quatro helicópteros S-70B Sea Hawk equipados com o míssil Penguin. Estes helicópteros substituirão os atuais embarcados AgustaWestland Lynx. As entregas dessas aeronaves deverão ocorrer em 2012""

Então corrigindo, a Marinha do Brasil adquiriu 6 unidades do MH-16 e a proposta de utilização principal dos helicópteros não é substituir os SuperLynx embarcados, mas prover meios aéreos ao Nae "São Paulo" nas funções que já indiquei posts acima.

Abs: Marcus Silva
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MensagemAssunto: Re: Helicópteros MB: Aviação Naval Brasileira, Seahawk MH 16 e Cougar/ EC725 Super Cougar   Qua Mar 27, 2013 11:36 pm

O Brasil fez um gasto de valor aproximado de 15,7 milhões de euros com aquisição de mísseis Penguin, mas não se sabe ao certo quantas unidades foram adquiridas.
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MensagemAssunto: Re: Helicópteros MB: Aviação Naval Brasileira, Seahawk MH 16 e Cougar/ EC725 Super Cougar   Qua Mar 27, 2013 11:37 pm

Aqui como fica o missil Penguin alojado em helicóptero da família Seahawk:



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MensagemAssunto: Re: Helicópteros MB: Aviação Naval Brasileira, Seahawk MH 16 e Cougar/ EC725 Super Cougar   Qua Mar 27, 2013 11:38 pm

Nesse quadro aparece o sonar DS 100 HELRAS




Quando mergulhado, o sonar abre os "braços" e fica com este formato:

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MensagemAssunto: Re: Helicópteros MB: Aviação Naval Brasileira, Seahawk MH 16 e Cougar/ EC725 Super Cougar   Qua Mar 27, 2013 11:41 pm

Façamos uma pergunta:

-Mas os Exocet ainda podem ser utilizados pelos Super-Pumas/Cougars, como hoje são utilizados na Marine Nationale?

Eu aposto, como já falei, sobre o fim da operação dos Exocet Am-39, pq o programa de implementação de armas nos Cougars/Super-Puma ainda está encoberto por névoas.

Uma das demandas principais da MB era a necessidade de substituir os Sikorsky SH-3 Sea King que disparam mísseis anti-navios, e para isso ela começou a adquirir os S-70 SeaHawk do mesmo fabricante americano. O Super Cougar, como é também conhecido o EC-725 não era capacitado para transportar e disparar mísseis antinavio, assim para atender à necessidade da marinha este armamento teria que ser certificado nele. Para realizar esta modificação, a Eurocopter inicialmente apresentou os custos de certificação do míssil Exocet AM-39 Block 1. Posteriormente, como este modelo de Exocet já se encontrava fora de produção os europeus sugeriram a sua troca pelo modelo atual AM-39 Block 2 Mod 2, “pelo mesmo valor”. Moto contínuo, o custo da campanha de certificação saltou quase que cinco vezes. Naturalmente, esta mudança explosiva de valores criou uma tremenda reação negativa dentro da Marinha, o que arriscava melar todo o programa. Tendo em vista os novos valores, a MB tendeu a novamente aceitar o Exocet Block 1 na tentativa de obter sistemas e know how que lhe serviriam para o futuro Míssil Anti Navio nacional (o MAN-1) já em desenvolvimento junto a empresas brasileiras. Sob esta nova perspectiva, a Eurocopter e seus parceiros logo se reposicionaram retornando ao custo originais, porém agora com os mísseis a serem disparados nos testes sendo cobrados por fora, assim o valor total passaria a “ cerca de duas vezes o original, mas os valores ainda não foram precisados” segundo o que se ouviu dentro da Marinha. FAB e EB, sócios desta aquisição, não ficaram também nada satisfeitos ao se verem impactados com o aumento dos custos do variante da Marinha.

E alguns analistas de engenharia aeronáutica, alegam problemas no Centro de Gravidade da aeronave EC-725 se operar com missil AM-39, e que isso teria sido resolvido nos helicópteros franceses, mas não nos brasileiros. Como a fuselagem do EC 725 é maior do que a dos Super Puma a posição de instalação dos mísseis AS39 Exocet ficaria muito adiante do centro de gravidade o que forçaria a instalação de um novo tanque de combustível no fundo da fuselagem para compensar o peso. O problema é que se por alguma razão for necessário alijar os mísseis numa situação de emergência. Neste caso não haveria tempo hábil para alijar o peso equivalente no tanque traseiro o que tornaria o helicóptero completamente desequilibrado e fatalmente inseguro. E se não lançar os mísseis, não se pode consumir o combustível do tanque.............

E expirou tbm o prazo de validação da motorização dos AM39 que existem estocados no Brasil, o que representa outro obstáculo para a utilização ( utilização plena ) dos mesmos pelos EC725, que ainda irão chegar,e nem foram definidas quantas unidades serão alocadas para o padrão de guerra de superfície, dos 16 EC725 planejados para serem recebidos pela MB. Se forem 8 aeronaves alocadas para AsuW, sabe-se que a Marinha do Brasil vai tentar certificar um missil antinavio para operar nestes, mas não necessariamente o Exocet. Ou seja, tudo muito envolvido em dúvidas.

Mas algumas fontes defendem sim a utilização ainda do AM39 pela MB, ou compra do novo AM39 Mod2 Block2, que são outros mísseis, novos, não fazem parte do estoque dos AM39 do inventário da MB, mas quando ler isto em algum lugar, procure questionar, porque a implementação de mísseis nestas aeronaves não parece de fácil resolução.

E outra conclusão triste: se houver hoje uma unidade de SH-3 com capacidade de vôo, do que pelo menos até semana passada ví um voando ( não conseguí ver a matrícula ), já sabemos que ele não pode utilizar um míssil AM39 em operação efetiva..........
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MensagemAssunto: Re: Helicópteros MB: Aviação Naval Brasileira, Seahawk MH 16 e Cougar/ EC725 Super Cougar   Qua Mar 27, 2013 11:50 pm

Sucesso da Avibras na remotorização do míssil Exocet, gera parceria com MBDA

Em 2 de Maio de 2012 a Avibras e a MBDA anunciam, no Rio de Janeiro, uma parceria para a elaboração de um novo motor do míssil Exocet MM40 para a Marinha do Brasil.

O projeto é inédito na Marinha do Brasil e demandou investimentos de R$ 75 milhões.

Representantes da Marinha e da empresa falarão sobre o projeto.


Míssil mar-mar Exocet MM40 já tem motor brasileiro


Na coletiva de imprensa realizada pela Marinha do Brasil, MBDA e Avibras realizada no Rio de Janeiro, contou com a presença de Patrick de La Revelière, vice-presidente de vendas para a América Latina da MBDA, do vice-almirante (Ref) Ronaldo Fiuza de Castro, Gerente de Programa de mísseis superfície-superfície da MB e de Sami Youssef Hassuani, presidente da Avibras.

Durante a coletiva foi revelado que o primeiro míssil antinavio Exocet MM40 com motor de fabricação brasileira foi disparado com sucesso no dia 18 de abril de 2012, pela corveta Barroso (V34), também de construção nacional.

Foram feitas apresentações pelos representantes da MB, MBDA e Avibras sobre o desenvolvimento do motor nacional do míssil e a cooperação francesa no programa.

O vice-almirante Fiuza discorreu sobre a decisão da Marinha de nacionalizar a propulsão dos mísseis Exocet de seu inventário, cujo motor é perecível com o passar dos anos. Ao mesmo tempo, a fabricante MBDA já descontinuou a produção desses mísseis, pois produz versões mais modernas com outro tipo de propulsão.

Segundo o almirante, “quem produz o motor foguete pode pensar em desenvolver seus próprios mísseis”.

A MB solicitou à MBDA a cooperação para o projeto de uma nova propulsão e esta escolheu como parceiro brasileiro a Avibras, que já tinha vasta experiência na produção de foguetes.

Foi destacado que o novo motor não é produto de engenharia reversa: ele foi desenvolvido do zero seguindo as especificações fornecidas pela MBDA. É a primeira vez que a MBDA ajuda uma empresa estrangeira num projeto desse tipo.

Engenheiros da MBDA cooperaram com os engenheiros da Avibras no projeto e fabricação do novo motor. Cerca de 300 engenheiros e técnicos da Avibras trabalharam durante 2 anos em tempo integral na produção e certificação do motor.

Foram feitas de 30 a 40 certificações com o motor funcionando em bancada de testes e no dia 18 de abril foi feito o primeiro lançamento a partir de um navio.

Os mísseis da MB deverão ser todos remotorizados até o final de 2013. Até lá, também será possível estabelecer a vida útil dos motores que estão sendo testados pelo método de envelhecimento acelerado.

Os resultados obtidos nos testes foram melhores do que o esperado, com o motor superando as características do motor original. O tempo de queima do “sustainer” (o motor que leva o míssil até o alvo, depois da queima do “booster”, que faz a primeira impulsão) chegou a 270 segundos. O motor original tem tempo de queima de 240 segundos.



O míssil lançado pela corveta Barroso no dia 18 de abril foi disparado contra um alvo no limite do alcance, a uma distância de 38 milhas (70km).

Patrick de La Revelière salientou a importância da Mectron no processo de validação do primeiro lançamento. A empresa forneceu o equipamento de telemetria instalado no míssil que permitiu a coleta dos parâmetros do motor durante o voo até o alvo.

A Marinha do Brasil espera agora poder atender a demanda de clientes internacionais que utilizam centenas de mísseis MM40 das primeiras versões. Os mísseis AM39 lançados de helicópteros também terão seus motores substituídos e será feita a integração com os helicópteros EC725.

A MBDA, por sua vez, tem grande interesse em cooperar com o Brasil, de olho nas futuras aquisições de mísseis Exocet SM39 para os submarinos SBR e também de mísseis Aster para as futuras fragatas do Prosuper. Segundo Patrick de La Revelière, a cooperação com a Avibras pode ser vista como uma espécie de antecipação de “off-sets”.









** ATENÇÂO: O teste foi para validar os MM40, e nao os AM39.............. o teste e estudos para o AM 39 seriam a ser feitos para a frente no tempo........mas se falar em planejamento, isso podemos concluir que ainda não foi efetivado.



“Somos livres para atender o mercado brasileiro e trabalhamos em conjunto com a MBDA no externo”, disse Hassuani. A MBDA, segundo seu vice-presidente de Vendas e Desenvolvimento de Negócios, Patrick de La Revelière, também será parceira no projeto do míssil AM39 para os helicópteros EC 725 que a Marinha comprou da Helibras. Hassuani disse que a Avibras fará os motores do míssil e a MBDA, a cabeça de guiagem.





Foto:
tela com projeto de integração do AM-39 Exocet ao EC725, apresentada na inauguração da nova fábrica da Helibras, em 2 de outubro de 2012
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Marcus Silva

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MensagemAssunto: Re: Helicópteros MB: Aviação Naval Brasileira, Seahawk MH 16 e Cougar/ EC725 Super Cougar   Qui Mar 28, 2013 12:06 am

Mais informações:
Se é que existe dúvida sobre a capacidade de lançamento de mísseis AM-39 Exocet pelos atuais componentes do Segundo Esquadrão de Emprego Geral, que são os Super Puma, e a resposta é não, nenhum tem capacidade para lançar este míssil.
Veja, o Super Puma é um helicóptero fabricado pela Aerspastiale/Eurocopter e existem várias versões dele, sendo que para o Brasil, foram assim adquiridos:
-6 unidades AS-332 recebidos a partir de 1987.
-2 unidades AS-532, similares aos anteriores, recebidos em 1994.

Estas aeronaves tem como MISSÃO o transporte e operações SAR, daí pertencerem ao esquadrão mencionado, de emprego geral, eles não tem função de ataque.

No decorrer de suas vidas, desde 1987, 2 unidades foram perdidas ( matrículas N7072 e N7075 ) em acidentes, do que consta então em inventário apenas 6 helicópteros Super Puma. Existem algums informações desencontradas a respeito desse numero de aeronaves perdidas, porque eu sei de um acidente onde se perdeu a N7074, inclusive com perda de vidas, mas então não sei informar se este numero de matrícula foi confundido com os dois primeiros citados, então teríamos 5 unidades Super Puma em atividade, do que vou tentar proceder levantamento, e informo posteriormente.

São características tbm das designações Super Puma AS-332 F1 ou Cougar AS-532 MK1 poder operar embaracado em navios, já que tem kit de dobragem na cauda e suas pás do rotor principal tem capacidade de ser recolhidas, permitindo hangaragem.

A versão Cougar AS-532 SC versão naval é que pode ser equipado com mísseis AM-39 e fazer guerra/detecção ASW com sonar de profundidade e torpedos, do que podemos concluir não é a versão dos Super Puma brasileiros, então não tem tal capacidade.

Voltando aos Super Puma brasileiros: como pertencem ao Segundo Esquadrão de Emprego Geral, sediados na Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia, tal esquadrão tem por emprego principal o transporte de tropas, e confere mobilidade e eficiência aos Fuzileiros Navais quando em operação.
Outras funções: servem também ao transporte administrativo de autoridades militares e civis, destacando-se no apoio ao Gabinete da Presidencia da República.
Servem de transporte de carga, externa e interna.
Pode fazer evacuação aeromédica.
Pode fazer combate a incêndios, usando o "Bambi-Bucket", equipamento desenvolvido para combate a incêndios florestais.
E em navios de grande porte e médios é empregado em busca e salvamento e reconhecimento em proveito da Força-Tarefa.

O fabricante: Aerospatiale/Eurocopter
Missão: Transporte Médio
Dimnesões: 16,29 metros
Diàmetro do rotor: 15,60 metros
Propulsão: 2 motores Turbomeca Makila 1A1
Armamento, no Brasil: 2 metralhadores axiais.

Os Super Puma brasileiros quando em vôo reto nivelado tem característica de manterem 5 graus de nariz levantado, o que é uma resultante da instalação do kit da dobragem da cauda. O EC-725 já faz um vôo menos cabrado.......é mais nivelado.

Aqui foto de um Super Puma, voando junto com o Super Cougar:



Esse nariz levantado do Super Puma trás algumas restrições, face a que se levanta a parte dianteira a parte traseira abaixa: enquanto este helicóptero pode efetuar pouso/decolagem noturna no Nae "São Paulo", por causa da grande pista e menor balanço, evitam-se as operações noturnas em outros navios, como NDCC e NDD, por terem maior balanço e assim aumentar riscos de acidentes.

Quanto ao míssil Exocet testado, o que obteve exito com remotorização, foi o MM40, e o teste com AM-39 ainda não.......... o MM40 é lançado pelos escoltas: 6 fragatas Niteróis, 5 corvetas ( Inhaúma + Barroso ) e a fragata Greenhalg ( Bosisio e Rademaker me constam utilizando ainda lançadores para o MM38 ).
O teste do motor nacional foi efetuado a partir da corveta Barroso, em Abril de 2012.
Portanto, acredito que nada ainda se pode concluir do teste com motores do AM-39. Como os motores desse estão sem validação, atualmente a Marinha do Brasil não possui nenhum deles com capacidade de serem efetivamente utilizados.

E a informaçao dos SuperLynx é esta mesmo.
Da instalação de equipamentos FLIR, 6 aeronaves receberam o mesmo. Em 25 de Maio de 2012, 3 Superlynx estavam embarcados em fragatas da classe Niterói, em operação no exterior, 2 na Unifil ( Líbano ) e 1 nos EUA. Ou seja, neste período, no Brasil, tínhamos somente 1 Superlynx em condições de vôo, 3 helicopteros estavam no exterior. Uma dessa aeronaves que está na base, que seria uma quinta, seria posta "encima" para poder voar, mais ou menos em um mês.

Acho sempre bom que tenhamos noção da realidade de que certas impressões de bastidores, que paracem ser boas, nem sempre condizem com a realidade, que pode ser triste.




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MensagemAssunto: Re: Helicópteros MB: Aviação Naval Brasileira, Seahawk MH 16 e Cougar/ EC725 Super Cougar   Qui Mar 28, 2013 12:11 am

O helicóptero EC-725 Super Cougar:

é uma aeronave baseada no Cougar da Eurocopter AS532, com design avançado composto por rotor principal de 5 pás e incorporando uma nova forma de perfil aerodinâmico para reduzir níveis de vibração.
O helicóptero pode ser equipado com blindagem removível para proteger as tropas e é alimentado por duas turbinas Turbomeca Makila 1A4 montados sobre a cabine, que caracterizam um dual-channel Full Authority Digital Engine Sistema de controle (FADEC).
Outras melhorias incluem uma caixa de engrenagem reforçada do rotor principal e uma cabine toda de vidro . O cockpit está equipado com um sistema de visualização integrado com um mapa digital e Active Matrix Liquid Crystal Displays.

O helicóptero tem capacidade para operar de dia e de noite, por meio de um radar de busca e de equipamento Forward Looking Infra Red (FLIR).

Dimensões:

Comprimento: 19,50 metros
Diametro do rotor: 16,20 metros
Propulsão: 2 turbinas Turbomeca Makila 2A1

Incorporado ao Segundo Esquadrão de Emprego Geral da BaeSPA em 18.04.2011 com numeral 7101.

Seu projeto original prevê a incoporação do seguinte armamento e sensores ( geral, não necessariamente estes equipamentos estarão na aeronave brsileira ):

- 2 metralhadores 7.62 mm FN MAG
- 2 lançadores de foguetes 68 mm (2.75") Thales Brandt ou Forges Zeebrugge com 19 foguetes cada
- 2 canhões GIAT 20mm
- Chaff/flare multiemprego Alkan ELIPS
-Interceptador de emissões rádio EWR-99 FRUIT RWR

Reparem que não há previsão de uso para mísseis AM-39, o que não lhe é integrável, pelo menos enquanto não sofrerem alguma modificação.

O helicóptero tem por missão de construção o transporte de tropas, Busca e Salvamento em Combate, Evacuação Aeromédica e serviços de resgate em geral, e é similar ao civil EC225.

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MensagemAssunto: Re: Helicópteros MB: Aviação Naval Brasileira, Seahawk MH 16 e Cougar/ EC725 Super Cougar   Qui Mar 28, 2013 12:13 am

Eis o que a Marinha do Brasil pretende (e já anunciou ) com os 16 helicópteros EC-725 que recebeu e vai receber ( Até 25 de Maio de 2012 somente recebeu uma unidade ):
utilizar 8 unidades em sua configuração básica, e 8 unidades em configuração AsuW.



É a seguinte a configuração AsuW que a Marinha planeja:

- radar APS-143 C(V)3 com modo ISAR
- FLIR Starsafire III
- RWR, MAWS, LWS [modelos não especificados ]
- lançadores de chaff e flare [idem... não especificados]
- Supressor de IR
- MAS AM-39 Bl2 Mod 2

E agora é aguardar para ver se tudo será realmente implementado.

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MensagemAssunto: Re: Helicópteros MB: Aviação Naval Brasileira, Seahawk MH 16 e Cougar/ EC725 Super Cougar   Qui Mar 28, 2013 12:13 am

O Cougar chileno:


Diferentemente do Brasil, o Chile emprega o helicóptero Eurocopter AS 532 SC Cougar (SH-32) embarcado em fragatas para realizar ataque a navios e submarinos, além das funções de SAR e de transporte.
O AS 532 SC é bimotor e pesa cerca de 9 toneladas. Ele emprega um radar VARAN de busca de superfície e um sistema ESM passivo (MAGE) DR2000/DALIA ESM, para detecção passiva, identificação e classificação de emissões dos alvos.

Com esses equipamentos o AS 532 SC é capaz de realizar missões de busca, detecção, identificação e rastreamento de alvos de superfície, tanto no modo ativo, como passivo.

O AS 532 SC Cougar, numa surtida de 5h, é capaz de varrer a mesma área que uma fragata levaria 24h para fazer.

O Cougar naval pode levar até dois mísseis AM-39 Exocet, capaz de engajar alvos em qualquer tempo, a cerca de 40 milhas (70km) de distância.





A aeronave tem um raio de ação com os mísseis de cerca de 200 milhas marítimas.

Para missões antissubmarino, o Cougar emprega um sonar de mergulho, podendo permanecer “on-station” a 30 milhas de sua base por mais de 2h30m. A aeronave pode transportar e lançar torpedos antissubmarino Mk.46 ou similares.

O AS 532 SC Cougar pode operar a bordo de fragatas usando o sistema “Harpon” para fixação no convoo, assegurando a operação em mar agitado.




Fonte, e texto por Alexandre Galante:

http://www.naval.com.br/blog/2...chile/#axzz1vjrxacqU
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MensagemAssunto: Re: Helicópteros MB: Aviação Naval Brasileira, Seahawk MH 16 e Cougar/ EC725 Super Cougar   Qui Mar 28, 2013 12:18 am

E enfocando um pouco em modelismo.

Para resumir sobre as aeronaves do Segundo Esquadrão de Emprego Geral UH-2, é simples:
-as aeronaves Aerospatiale AS.332F1 Super Puma
e AS 532M1 Cougar que podem ser retratadas com os kits 1/72 Italeri (002) e Heller (80365) .

Inclusive esse kit da Italeri:



trás decais para a versão do helicóptero brasileiro. Mas por precaução é sempe bom bater as características dele com as do helicóptero real.

Leiamos aqui tbm:

http://armasnacionais.blogspot...per-puma-cougar.html

O helicóptero Super Cougar EC-725 é uma aeronave diferente, muito parecida, mas tem dimensões e algum formato diferente, então para essa não existe kit, pelo menos que eu conheça até o momento. E desse Super Cougar, por enquanto a MB só tem uma aeronave, e vem mais 15 por aí, a serem recebidas segundo um cronograma.

Uma característica marcante de diferença entre os antigos Super Puma e Cougar é que estes tem 4 pás no rotor principal, e o Super Cougar, que é mais moderno, tem 5 pás no rotor principal. Há mais diferenças no perfil de cada tipo de aeronave.


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MensagemAssunto: Re: Helicópteros MB: Aviação Naval Brasileira, Seahawk MH 16 e Cougar/ EC725 Super Cougar   Qui Mar 28, 2013 12:20 am

O site Alide fez um walkaround da aeronave AS-332F1 Super Puma:

http://www.alide.com.br/joomla...karounds/category/2-

Separei tbm algumas fotos dos Super Puma e Cougar, veja neste link:

http://www.4shared.com/rar/3O9QUYlw/SP_C.html


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MensagemAssunto: Re: Helicópteros MB: Aviação Naval Brasileira, Seahawk MH 16 e Cougar/ EC725 Super Cougar   Qui Mar 28, 2013 12:22 am

Aqui um desenho do EC725 Super Cougar perto de outros helicópteros da familia Puma/Cougar ( não necessariamente as versões da Marinha do Brasil):


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MensagemAssunto: Re: Helicópteros MB: Aviação Naval Brasileira, Seahawk MH 16 e Cougar/ EC725 Super Cougar   Qui Mar 28, 2013 12:24 am

Aqui eu fiz uma superposição/aproximação do desenho da aeronave com o helicóptero da Marinha, para facilitar a comparação entre o projeto e o que foi cosntruído:

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MensagemAssunto: Re: Helicópteros MB: Aviação Naval Brasileira, Seahawk MH 16 e Cougar/ EC725 Super Cougar   Qui Mar 28, 2013 12:26 am

Aqui modelo de um Super Puma/ Cougar:



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MensagemAssunto: Re: Helicópteros MB: Aviação Naval Brasileira, Seahawk MH 16 e Cougar/ EC725 Super Cougar   Qui Mar 28, 2013 12:28 am


Neste kit da Italeri é necessário fazer uma "bóia" na parte inferior do nariz dele (esta bóia infla quando o mesmo estiver na água ).

Esse detalhe que falta é para fazer em scratch, a bóia da frente:



E aqui em foto do helicóptero real:



Aqui nesta outra foto , apontei em vermelho o casulo do flutuador que como na parte de vante, aloja o flutuador mais a ré ( são dois pontos na aeronave, por bordo, que possuem estes flutuadores ):

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MensagemAssunto: Re: Helicópteros MB: Aviação Naval Brasileira, Seahawk MH 16 e Cougar/ EC725 Super Cougar   Qui Mar 28, 2013 12:30 am

Esses flutuadores são eficientes.
Um Super Puma civil de Hong Kong "testou" o equipamento após sofer pane de turbina sobre um rio, vejam resultado:



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MensagemAssunto: Re: Helicópteros MB: Aviação Naval Brasileira, Seahawk MH 16 e Cougar/ EC725 Super Cougar   Qui Mar 28, 2013 12:31 am

Os helicópteros Cougar e Super Puma da MB possuem estes flutuadores, e a MB está providenciando a aquisição e instalação do equipamento no EC725, o que certamente tbm equipará os demais que chegarem.
Mas as fotos recentes do EC725 mostram ele sem os flutuadores.


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MensagemAssunto: Re: Helicópteros MB: Aviação Naval Brasileira, Seahawk MH 16 e Cougar/ EC725 Super Cougar   

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